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sábado, 30 de abril de 2011

Pra nós

Pra cada pergunta há uma resposta, pra cada afirmação uma interrogação, pra cada gesto um gesto, pra cada beijo outro beijo, pra cada amor um amor. Nada que não se explique, por mais difícil que possa parecer é possível encontrar nossas respostas, nossos rótulos, nada é passageiro, carrego comigo minhas recordações em meu livro de memórias, até o fim haverá esperanças, talvez você não entenda, talvez não queira entender, estou aqui agora e o tempo tic taca, tic taca, sem demora, amanhã não estarei mais, você não estará e tudo não terá sido em vão, mais do que arrependimentos restarão as fotos, o brilho nos olhos, restarão as musicas e as cantadas idiotas, os gestos, os beijos, os cheiros.
Em cada esquina terá você, descalço, andando sem rumo com o cabelo grande e a barba por fazer, em cada esquina sua bermuda velha e sua camisa de marca, terá seu olhar, seus pré conceitos, suas manias e no fim da rua as histórias melancólicas.
Mas vamos segundo a segundo viver agora, viver a lagrima que acaba de escorrer, viver o sorriso que ainda vou sorrir, viver minhas palavras e meus textos, viver minha história, viver a nossa história, sem o medo do vago, do em vão, você vai entender que de vez em quando clichês se fazem necessários e eu amo clichês.

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